Ela encontrou o senhor L. à porta do banco, sorriu e cumprimentou-o como sempre. Ele retribuiu e falou de si, de como a mulher estava doente no lar, da solidão que ele sentia em casa com a sua própria companhia apenas. Depois, olhou para ela já feita mulher e perguntou: és feliz? Eu respondi, sim e devolvi a ternura da sua questão no meu sorriso mais sincero.
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
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