Ela pegou na espada e matou-os um a um, aqueles que a tinham magoado, que a tinham humilhado.
Acertava-lhes em cheio onde sabia que morreriam em minutos, não antes sem os olhar nos olhos, não antes de verem o seu desprezo, o que sentia por a terem feito chorar algum dia, algum momento.
Sorria na altura em que se iam fechando para esta vida e partiam esvaindo-se em sangue como se sangue fosse o que os prende aqui.
Sentia alívio, nunca culpa nunca remorso, sempre alívio!
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Guerreira
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