Cada vez que tenta,
que se esforça
por não repetir os mesmos erros
eles perseguem-na como animais selvagens,
como bocas do inferno em chamas
que não a deixam respirar,
a sufocam,
lhe tiram parte de si mesma,
da alegria e vontade de viver.
É um não parar de tormentos,
problemas, desilusões,
choro, mágoa, desespero, solidão.
É drama atrás de drama,
trauma após trauma,
dor com dor,
luta sem resultado,
batalha sem vencedores, só vencidos!
E cada vez,
cada vez que alguma coisa pode mudar
volta a ilusão, o erro, a desilusão,
regressa aquela solidão infernal que a persegue e consome,
que vive dela e para ela todos os dias da sua vida.
segunda-feira, 18 de maio de 2020
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