Ele abriu os largos portões do castelo, saiu demoradamente e um pouco receoso. Montou o seu cavalo castanho de longas crinas e percorreu todo o bosque por entre a vegetação e a água que corria num pequeno ribeiro fresco.
Passaram duas horas. Finalmente chegou!
Desmontou, sorriu, estava genuinamente satisfeito!
Pousou o saco em cima do tronco de uma árvore, arregaçou as mangas e pôs mãos à obra depois de cumprimentar a população.
Há meio ano que estava a ajudar a reconstruir a aldeia que tinha sido destruída pelo temporal.
No fim do dia montava de novo, fazia o percurso de volta sorrindo e sentindo que tinha feito o bem a quem merecia.
Ele abriu os largos portões do castelo e entrou demoradamente.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
0 comentários:
Enviar um comentário